Lévy em seu texto cibercultura , aborda uma discussão bastante enriquecedora e interessante a cerca da comunicação de massas e a comunicação entre os individuos.
Será que essa proposta que ele trás em seu texto se enquadra na educação atual de nossas escolas?
A comunicação entre os individuos e os espaços que modifica e amplia esse saber, se apresenta numa velocidade exorbitante, mais as escola acompanham tal evolução?
Necessita-se muito de mudanças estruturais e funcionais para que a mesma venha atuar de forma digna e coerente no sistema de ensino.
O uso de recursos tecnólogicos nas escolas tem seu espaço delimitando, alunos frequentam esses espaços sem direcionamento, alienam-se a pesquisar e jogar, um campo se bem usado poderia ampliar os horizontes desses aprendiz, mais cadê os planejamentos , as políticas pública, para investir numa educação de qualidade, por onde anda a formação continuada dos professores, de fato essa socialização do conhecimentos em prol do bem comum está longe de ser efetivada, esses conhecimentos ainda serão privilégios de poucos.
Mais , num futuro bem próximo essas relações virtuais poderão estar favorecendo a todos sem dinstição de classes, e que as escolas possam estar oferecendo uma construção do saber que favoreça a comunicação entre a aprendizagem personalizada e a aprendizagem coletiva das redes, e melhor com a participação dos docentes e de todos que compõem os espaços educacionais.
oi Kerlane e Priscila,
ResponderExcluircreio que é preciso muito mais que boa vontade e formação dos professores. É preciso também de vontade política para que isso dê certo. Além de também de muita seriedade no processo de implementação da tecnologia nas escolas.
Tomando como exemplo o caso do Projeto Um Computador por Aluno, vimos que os professores se esformçaram demais para tentar acompanhar, mas faltou um acompanhamento técnico por parte do Estado. E outras coisas que conversaremos mais adiante.
Muito boa a reflexão!
bjs